Diogo Faro largou um emprego instável há cerca de doze anos para se tornar comediante a tempo inteiro — e, nas próprias palavras, ficou "ainda mais instável". A aposta valeu: hoje tem 143 mil seguidores no Instagram, três solos de stand-up no currículo e uma peça de teatro sobre poliamor que encheu salas por todo o país.
O primeiro solo, "Lugar Estranho", ficou disponível no YouTube na íntegra e tornou-se uma referência na comédia portuguesa recente. O segundo, "Processo de Humanização em Curso", deu também título a um livro publicado pela Penguin. O terceiro, "Massa Mãe", está em digressão. No meio disto tudo escreveu mais quatro livros, duas óperas — sim, duas óperas — e foi cronista no SOL, Tribuna Expresso, Sapo24 e atualmente na Visão.
Na televisão passou pelo "5 Para a Meia Noite" na RTP1 como repórter, apresentou o "Scroll" durante três temporadas na RTP2 e o "Curto Circuito" na SIC Radical. Mas é nas redes sociais que tem o pulso mais ativo: no Instagram fala sobre direito à habitação, igualdade de género e qualquer coisa que o irrite no momento, sem grande filtro.
Com Isabel Viana criou o "Aqui Que Ninguém Nos Ouve", um projeto que começou como espetáculo ao vivo — esteve no Auditório Camões e subiu ao Palco Comédia do NOS Alive'26 — e depois migrou para podcast. Antes disso já tinha passado pelos podcasts "Traz Cerveja" e "Desta Para Melhor".
No Instagram diz que adora ervilhas com ovos. Provavelmente é a coisa mais honesta que alguma vez escreveu numa bio.

