A Joana Torres chegou ao Instagram com uma mistura de looks cuidados, receitas apetecíveis e uma honestidade pouco comum sobre viver com fibromialgia — e isso, mais do que qualquer filtro, é o que a distingue. Com quase 180 mil seguidores na conta @joanatorres_, é uma das influencers portuguesas com maior presença orgânica no espaço de moda e beleza.
Os seus posts oscilam entre coordenados de roupa que funcionam no dia a dia e fotografias de comida que não parecem saídas de nenhum estúdio, mas da vida real. Não há aqui uma estética clínica — há textura, há escolhas pessoais, há uma sensação de que a pessoa que posta é a mesma que vai ao supermercado e tem dias maus.
O que torna o perfil dela diferente é a forma como fala abertamente sobre a fibromialgia. Numa comunidade onde a maioria mostra só o melhor ângulo, a Joana vai a contracorrente: fala sobre dor crónica, sobre os dias em que o corpo não coopera, sobre tatuagens feitas mesmo assim. No TikTok, chegou mesmo a partilhar a sua experiência de fazer uma tatuagem com fibromialgia — um tema que dificilmente encontras tratado com este nível de detalhe pessoal.
Está também no Pinterest e no TikTok, mas é no Instagram que a comunidade dela vive — mais de 1400 publicações acumuladas ao longo dos anos, uma caixa de comentários que não parece desert e um nível de envolvimento que não é comprado.




Em setembro de 2026, Joana Torres ocupa a 115.ª posição no ranking de influenciadores portugueses do Scroll.pt, na categoria criador(a) de conteúdo digital, com 176 904 seguidores no Instagram. A taxa de engagement é de 0,13%, abaixo da média, e mantém uma actividade regular, com uma média de 0,40 publicações por dia.
A saturação publicitária é baixa: a hashtag #pub surge em 8,00% das publicações analisadas.
Desde abril, Joana Torres perdeu 3517 seguidores (-1,95%).