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pedroribeirooficialNo último episódio desta temporada, Fernando Alvim partilha a paixão pelo Benfica. Criado no Porto foi o Professor primário que lhe passou a paixão pelo Benfica com um "otimismo cético". Foi impossível não recordar ídolos como Chalana e Nené, momentos marcantes como o golo de Anatoliy Trubin contra o Real Madrid, e a tristeza da final da Liga dos Campeões contra o Chelsea em Amesterdão. Um episódio emotivo sobre "clubismo sem fanatismo". @allianzportugal
3 semanas atrás
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pedroribeirooficialChego a ter até ciúmes. O meu cão gosta tanto de passar umas semanas na @oficina.dosbichos que, às vezes, temo que volte para casa contrariado.
Obrigado por fazerem o Rio sentir-se em casa, tão contente!
3 semanas atrás
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pedroribeirooficialFaz este mês 40 anos, um dos discos que mais vezes terei ouvido na minha vida. Não terá havido muitos álbuns condenados formalmente pelas Nações Unidas mas este foi, com Paul Simon a ser acusado de furar o boicote ao regime do Apartheid então vigente na África do Sul, por ter ido gravar a Joanesburgo.
Na verdade, acabou por ser uma oportunidade de mostrar o virtuosismo, a criatividade e o talento de muitos músicos sul africanos e de ajudá-los de uma forma concreta e decisiva, numa altura em que tinham poucas possibilidades de trabalhar, mesmo dentro do seu país. Mais tarde, a polémica não só se dissipou como se transformou completamente, com o ANC a dar o seu aval ao disco e Nelson Mandela a convidar Paul Simon para uma histórica série de 5 concertos na África do Sul.
É difícil imaginar que um disco destes pudesse ser feito hoje: sessões de gravação dispendiosas em vários locais do mundo, financiadas por uma editora disposta a confiar no seu artista para criar uma fusão experimental de géneros étnicos pouco conhecidos e de alcance comercial longe de garantido. Sem dúvida, “days of miracle and wonder”.
Graceland é um poderoso álbum com grandes canções, sendo as minhas preferidas a que dá titulo ao disco, mas também Diamonds on the Soles of Her Shoes, o extraordinário Homeless (com os Ladysmith Black Mambazo a darem show), You Can Call Me Al, Under African Skies (com Linda Ronstadt), The Boy in the Bubble, That Was Your Mother e All Around the World. Tive a sorte de as poder cantar a plenos pulmões quando ele veio actuar a Alvalade (com o Rui Veloso a dominar numa primeira parte que foi outro concerto à parte!)
A obra prima da carreira a solo de Paul Simon é este disco planetário, humanista, diverso, esplendoroso, na verdade. E no meio de tanto ruído político, o disco está cheio de boas canções sobre o mais batido dos assuntos na música: o amor.
“And I see losing love
Is like a window in your heart
Well, everybody sees you’re blown apart
Everybody feels the wind blow”
Os ventos que sopram hoje, no mundo, são diferentes. Mas estas canções continuam a ecoar em fundo, 40 anos depois.
De vez em quando a elas volto, e ponho mais alto.
3 semanas atrás
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pedroribeirooficialSe não existissem, tinham que ser inventados!😂😂😂 #radiocomercial
4 semanas atrás
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pedroribeirooficialÉ do tempo em que o futebol tinha ídolos assim. Com ar terreno, zero aspeto popstar, mas no campo..meu Deus, que classe, que categoria!
A matreirice, a inteligência, a rapidez de raciocínio, a sabedoria táctica, o carisma, e, não menos importante, uma inabalável identidade associada a um emblema, um único emblema de toda a vida.
Franco Baresi.
Naquele Milan mágico, a comandar tudo, um autêntico senador no relvado, com a camisola 6, sabia tudo do jogo, sabia tudo do que era ser daquele clube, quando o campeonato italiano era o que mais fazia sonhar.
Franco Baresi.
Absoluta lenda, há muito que já era eterno, hoje só se tornou oficial.
1 mês atrás
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pedroribeirooficialO novo convidado de Pedro Ribeiro para o podcast O Meu Clube é o Maior, é Rui Miguel Tovar. O jornalista abre uma janela de nostalgia em que partilha memórias sobre futebol, desde a Argentina à Holanda, Mundiais históricos, até à paixão que tem pelo Sporting. Recorda ainda jogadores icónicos como Jordão e Manuel Fernandes, e um "futebol antigo e cheio de alegria". É um episódio que celebra o futebol enquanto fenómeno cultural e, no caso de Rui Miguel, muito marcado pela paternidade. Já disponível! #radiocomercial @allianzportugal