Rita Pereira recorda Angélico em dia especial
Rita Pereira recordou publicamente Angélico Vieira no dia em que se assinalaram 15 anos do acidente de viação que vitimou o cantor e ator, com quem namorou durante as gravações de "Morangos com Açúcar".

Há datas que não se deixam passar em silêncio. Rita Pereira estava de férias com a família quando chegou o dia 25 de junho — e mesmo assim não deixou de prestar uma homenagem pública a Angélico Vieira, no dia em que se completaram 15 anos do acidente de viação que acabaria por custar-lhe a vida.
A atriz partilhou nas redes sociais a imagem de umas asas de anjo, um símbolo intimamente ligado a Angélico. O cantor, dançarino e ator tinha uma ligação especial a este símbolo — há mesmo quem afirme que, antes de morrer, estava a planear tatuar precisamenteumas asas de anjo.
O acidente que chocou Portugal
Na madrugada de 25 de junho, Angélico Vieira sofreu um grave acidente de viação na sequência do rebentamento de um pneu. O impacto provocou-lhe um traumatismo craniano grave. Durante dias, o país acompanhou o seu estado de saúde com esperança — mas a 28 de junho de 2011, foi declarada a sua morte no Hospital de Santo António, no Porto. Tinha apenas 28 anos.
Angélico Vieira era um dos rostos da banda D'ZRT, criada no universo da série juvenil "Morangos Com Açúcar", que marcou uma geração inteira de jovens portugueses. A sua morte deixou um vazio enorme tanto no meio artístico como no público que cresceu a acompanhá-lo.
Uma história de amor que nunca foi esquecida
Foi precisamente nas gravações de "Morangos com Açúcar" que Rita Pereira e Angélico Vieira se apaixonaram. Começaram a namorar em 2005 e a relação terminou em 2009, mas os dois sempre falaram um do outro com enorme carinho. Havia ainda rumores de que se tinham reaproximado e queriam dar uma nova oportunidade ao amor antes da morte do artista.
Hoje, Rita Pereira tem uma relação de longa data com Guillaume Lalung, com quem tem dois filhos, Lonô e Lowê. É com eles que a atriz está atualmente de férias em Guadalupe — mas mesmo longe, a memória de Angélico ficou, mais uma vez, bem presente.






