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Influenciadores3 Aug 2026·5 min. de leitura

Inês Simões desabafa no Instagram sobre o SNS

Inês Simões partilhou nas redes sociais a má experiência da mãe nas urgências de um hospital público, criticando a espera de mais de oito horas com pulseira amarela numa cadeira de rodas.

Pedro Davide
Pedro DavideRedação
Inês Simões desabafa no Instagram sobre o SNS
Créditos: Instagram

Foi num domingo que Inês Simões recorreu às redes sociais para partilhar uma situação que a deixou claramente indignada. A mãe da apresentadora, atriz e comentadora da TVI precisou de assistência médica urgente, e a experiência no sistema público de saúde não correu nada bem.

Após uma primeira passagem por um hospital público que não resultou, Inês Simões acabou por recorrer ao SAMS, onde a situação ficou resolvida. "Um domingo diferente desta vez no Sams. Felizmente conseguimos resolver, a minha mãe já está devidamente medicada e bem diagnosticada", partilhou a comentadora.

Mais de oito horas de espera com pulseira amarela

A primeira partilha de Inês Simões sobre o assunto gerou reações divididas. Recebeu várias mensagens de quem discordava da sua posição, mas a comentadora não recuou. Pelo contrário, foi mais longe a explicar o que tinha visto.

"Recebi muitas mensagens mas mantenho a minha opinião. O SNS ainda tem um longo caminho pela frente. Felizmente os meus pais são beneficiários Sams mas nem todos têm esse benefício. Por isso, mais de 8 horas de espera com pulseira amarela numa cadeira de rodas num público não pode ser aceitável. Não pode! Sobretudo quando não resolvem o motivo da ida ao hospital", afirmou.

O desabafo tocou num ponto sensível: a pulseira amarela corresponde a uma triagem de urgência, ou seja, não se trata de uma situação de baixa prioridade. Ver alguém nessas condições, em cadeira de rodas, à espera durante mais de oito horas sem sequer resolver o problema que motivou a ida ao hospital, é exatamente o tipo de relato que alimenta o debate recorrente sobre o estado das urgências em Portugal.

Inês Simões reconheceu o privilégio de os pais terem acesso ao SAMS, mas foi precisamente esse ponto que usou para reforçar o argumento: quem não tem essa alternativa fica sujeito a esperas que, na sua opinião, são inadmissíveis.

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