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Influenciadores1 Sep 2026·5 min. de leitura

Isabel Figueira recorda relação com César Peixoto

Isabel Figueira recordou a experiência de viver fora de Portugal para acompanhar o ex-futebolista César Peixoto, admitindo que se sentiu sozinha e que estava sempre ansiosa por voltar ao trabalho.

Pedro Davide
Pedro DavideFundador & Editor
Isabel Figueira recorda relação com César Peixoto
Créditos: Instagram

O painel do «V+ Fama», do canal V+, debruçou-se esta semana sobre a nova vida de Gonçalo Ramos e Margarida Amaral Domingues em Itália. A influenciadora digital, conhecida como Maguigas, assinalou o 26.º aniversário com uma celebração no Lago de Como, deixando claro que a adaptação ao novo país está a correr bem.

No estúdio, as opiniões dividiram-se. Marta Aragão Pinto e António Leal e Silva focaram-se no lado mais apetecível da mudança — o glamour, o luxo, a vida de expatriados numa das regiões mais bonitas de Itália. Mas Isabel Figueira quis trazer a conversa para um terreno diferente.

«Estava sempre ansiosa de voltar para Portugal»

A comentadora e apresentadora falou por experiência própria. Também ela viveu fora de Portugal para acompanhar o então companheiro, o ex-futebolista César Peixoto, e guarda memórias muito concretas do que esse período representou. «Não deve ser fácil para quem sai de Portugal acompanhar o marido com um filho tão pequeno e não ter o apoio familiar e estarem lá um bocadinho isolados», começou por dizer.

O que se seguiu foi uma partilha mais pessoal. «Eu também vivi fora e também sei as dificuldades que passei. Senti-me, algumas vezes, sozinha, tinha um filho pequenino. E devo-te dizer que eu estava sempre ansiosa de voltar para Portugal e voltar ao meu trabalho», confessou Isabel Figueira, numa intervenção que cortou pelo lado cor-de-rosa da discussão.

Trabalhar é essencial, não uma opção

A apresentadora foi ainda mais longe ao falar da relação que tem com a carreira. Para ela, a vida no estrangeiro sem trabalho não era sequer uma equação possível. «Eu não via a minha vida a não trabalhar e a viver às custas. Não via. Eu gosto de trabalhar, para mim é essencial, e não era feliz a estar a viver noutro país, seja com o meu marido, e não estar a trabalhar. Para mim, trabalhar é essencial, faz-me sentir viva», rematou.

Uma perspetiva que, vinda de alguém que passou por isso, tem um peso diferente do de um comentário de bancada. O brilho do Lago de Como é inegável — mas, para quem fica em casa enquanto a vida acontece lá fora, a história pode ser bem outra.

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