Diogo Faro admite um período de instabilidade financeira
Diogo Faro revelou a Carolina Patrocínio que o ativismo lhe trouxe consequências financeiras e profissionais, mas não se arrepende. Agora, o foco é a comédia.

Há fases na vida de qualquer criativo em que a obra fica em segundo plano. No caso de Diogo Faro, foi o ativismo que ocupou esse lugar durante algum tempo — e o preço, admite ele, não foi pequeno. Em conversa com Carolina Patrocínio no programa What's Up TV, o humorista falou abertamente sobre as consequências profissionais e financeiras de se envolver publicamente em causas sociais.
Além do impacto no bolso e na carreira, Diogo Faro reconheceu também ter atravessado momentos difíceis ao nível da saúde mental. Uma confissão que, vinda de alguém habituado a fazer rir, ganha um peso particular.
Sem arrependimentos, mas com o humor de volta ao centro
Ainda assim, o humorista não olha para essa fase com amargura. Considera que fez parte do seu percurso e que tudo o que viveu contribuiu para a pessoa e o profissional que é hoje. O discurso é o de quem fez escolhas com convicção e aprendeu com elas, mesmo quando custaram caro.
Agora, a prioridade é outra. Diogo Faro quer voltar a colocar a comédia no centro do seu trabalho, sem abdicar das convicções que sempre defendeu. Ou, como ele próprio resumiu de forma certeira: «O meu foco é ter graça agora.»
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