Elevador da Glória: Fidelidade contesta indemnização porque “sofrimento durou menos de 1 minuto”
A seguradora Fidelidade recusou pagar a indemnização exigida por uma das famílias das 16 vítimas mortais do acidente com o Elevador da Glória, em Lisboa, alegando que o sofrimento da vítima durou menos de um minuto.

A Fidelidade recusou pagar a indemnização exigida pela família de uma das 16 vítimas mortais do acidente com o Elevador da Glória, em Lisboa. Um dos argumentos avançados pela seguradora é o de que o sofrimento da vítima antes de morrer terá durado menos de um minuto.
Os argumentos da seguradora
A Fidelidade alega ainda que o risco de acidente deveria ser conhecido pela própria vítima, utilizando essa linha de raciocínio para contestar o pagamento da compensação reclamada pelos familiares. São argumentos que, perante a dimensão da tragédia, dificilmente passarão sem polémica.
O caso insere-se nos pedidos de indemnização apresentados pelas famílias das vítimas do acidente, que provocou 16 mortos e deixou várias pessoas feridas. Até ao momento, apenas quatro famílias terão concluído o processo de indemnização.
Responsabilidade criminal ainda em análise
A responsabilidade criminal pelo acidente continua a ser analisada pelo Ministério Público, o que significa que a questão das compensações às vítimas e familiares permanece em aberto. Enquanto esse processo não estiver concluído, as famílias que ainda aguardam resposta veem o seu caminho tornar-se ainda mais longo e desgastante.
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