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Entretenimento21 Sep 2026·5 min. de leitura·Atualizado a 22 de setembro de 2026

João Baião também reage ao fim de "Domingão"

João Baião vai apresentar "Reis da Tarde" na SIC a partir de 4 de outubro, substituindo o "Domingão" depois de seis anos no ar. O apresentador promete "uma grande festa".

Pedro Davide
Pedro DavideFundador & Editor
João Baião também reage ao fim de "Domingão"
Créditos: Instagram

Seis anos de Domingão chegam ao fim, mas João Baião não parece estar com saudades — pelo menos por enquanto. O apresentador vai assumir Reis da Tarde, a nova aposta da SIC para os domingos à tarde, com estreia marcada para 4 de outubro.

A novidade foi anunciada ao final da tarde de 9 de setembro, no SUD, em Lisboa, onde vários rostos da estação de Paço de Arcos se reuniram para conhecer a grelha desta rentrée.

O que promete "Reis da Tarde"

João Baião não esconde o entusiasmo com o novo projeto. "Muita animação e boa energia é aquilo com que se pode contar", garante o apresentador, acrescentando que está "muito contente, muito entusiasmado". E explica porquê: "Gosto de fazer diretos, do tema do programa, é festa, é alegria, é música e é a possibilidade de estar com muitas pessoas de todo o País. Portanto, vai ser uma grande festa."

O formato aponta claramente para um registo de celebração e proximidade com o público — algo que Baião já demonstrou saber trabalhar ao longo de vários anos de televisão.

O fim do "Domingão" e o que ficou para trás

A chegada de Reis da Tarde significa, inevitavelmente, o encerramento do Domingão. Um programa que nasceu em circunstâncias fora do comum. "Foi um projeto que nasceu em circunstâncias muito especiais, na pandemia, numa altura em que estava tudo fechado e acabou por ser um escape para muitas pessoas", recorda o apresentador.

Com o tempo, o programa foi criando laços. "Criámos ali uma sintonia muito grande com todos os apresentadores, era também um espaço de grande divertimento, um desaguar de muita brincadeira, muita parvoíce, mas ao mesmo tempo sentíamos que era um refúgio de divertimento para muitas famílias", descreve Baião. Ainda assim, a mudança era inevitável: "Foram seis anos muito bons, mas as coisas têm um ciclo, têm um período, mas há que renovar e inovar e assim crescemos. Há que mudar e seguir em frente. Para a frente é que é o caminho."

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